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Ocultação de Cadáver, 2020

Bandeira do Brasil e fragmentadora de folhas,

30 x 31 x 100 cm (aproximadamente)

O trabalho “Ocultação de Cadáver”, resgata um “procedimento alegórico”, ao se apropriar de mercadorias do universo opressor que ronda pelo Brasil. Trata-se de uma bandeira do Brasil passada até a metade em uma fragmentadora, que a tritura até o término da palavra “progresso”, aludindo a ocultação de provas materiais e ingerência sobre a PF. E uma denúncia a associação do uso da bandeira do Brasil aos atos e condutas antidemocráticas, considerados crimes contra a constituição, que se espalharam pelo país contrariando, inclusive a recomendações do Ministério da Saúde sobre a permanência em isolamento social para evitar contaminação do Covid-19 durante a pandemia.